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GEAP REAJUSTa SEUS PLANOS EM 8,9%

O aumento entrou em vigor em fevereiro e foi anunciado em meio a indefinições sobre o pagamento do reajuste do funcionalismo prometido para janeiro

13/03/2025

O recente reajuste de 8,9% no plano de saúde da GEAP levanta questões importantes sobre a disparidade entre os custos do plano e a realidade financeira de seus beneficiários. Enquanto a GEAP argumenta que este foi o menor aumento possível, justificando-o com o crescimento da sua carteira de clientes nos últimos dois anos, os beneficiários enfrentam um contexto econômico delicado como congelamento de seus salários por sete anos e, mesmo com um reajuste recente de 9% (que ainda não foi pago), ainda estão em processo de recuperação do poder de compra perdido.

Essa situação coloca em evidência a fragilidade do equilíbrio entre a sustentabilidade financeira da operadora de saúde e o impacto no orçamento familiar dos usuários. O fato de a GEAP ter ampliado sua carteira de clientes deveria, em teoria, permitir maior diluição de custos e aliviar os reajustes para os beneficiários. No entanto, o aumento significativo demonstra que os ganhos de escala podem não estar sendo totalmente revertidos em benefício dos clientes, ou que há outros fatores, talvez operacionais ou estruturais, que dificultam essa redução.

Por outro lado, é necessário questionar se a comunicação da GEAP tem sido transparente o suficiente para explicar claramente aos beneficiários as razões desse reajuste e detalhar como o aumento da carteira impactou positivamente – ou não – os custos. Sem essa clareza, a justificativa do “reajuste menor do que o praticado pelo mercado em 2024l” pode soar insatisfatória e até mesmo injusta, especialmente para aqueles que lidam com orçamentos apertados.

Essa situação ilustra o desafio de equilibrar a gestão financeira de planos de saúde e a necessidade de respeitar os limites financeiros de seus clientes, destacando a importância de uma abordagem mais transparente e acessível por parte da operadora. Afinal, o acesso à saúde suplementar não deveria ser um fardo, mas sim um suporte. O reajuste, inevitável ou não, precisa vir acompanhado de diálogo e soluções que busquem equilibrar ambos os lados.

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